As várias mudanças bruscas que Berlim sofreu ao longo da sua história, tornou-a um mosaico de arquiteturas de diferentes épocas e tendências. Arquitetura de uma época coexiste com as de várias outras. Pode-se deparar com um edifício do século 18 ao lado de outro do século 19 e, uns metros à frente, com outros de 1920, 1960, ou mesmo um edifício recém-construído.

Este misto é que caracteriza a arquitetura daqui, principalmente nas áreas mais centrais. Tem situações que eu vejo diálogo entre elas e em outras, nem tanto. O que garante que uma não estrangule a outra são as normas de construção: gabarito de altura (os edifícios são, na maioria, baixos e não podem ultrapassar os 22 m do chão até o beiral), os recuos, a taxa de ocupação do terreno e outros.

Berlim, do ponto de vista da arquitetura, é um ambiente riquíssimo e bastante variado. Por exemplo, do lado ocidental da cidade tem as obras modernistas, com suas características que já conhecemos. Do lado oriental encontramos o modernismo da DDR-República Democrática da Alemanha, em volta da Alexanderplatz, que é bem diferente do primeiro. Por lá tem também um outro conjunto que faz um contraponto muito interessante com o modernismo do lado ocidental, que é a rua Karl Marx Allee, dos anos de 1950, de inspiração russa.

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